Edital do MCTIC e da UNESCO seleciona consultores de Tecnologia Social

Está aberta a seleção de Consultores para o Programa de Tecnologias Sociais do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), do Governo Federal em parceria com  UNESCO (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura). Até o dia 15 de setembro de 2020, é possível enviar o seu currículo e concorrer à vaga. 

A seleção objetiva contratar profissional com a capacitação necessária para contribuir com essa iniciativa governamental. É necessário ser, no mínimo, doutor, em qualquer área de formação acadêmica, possuir o português e inglês fluentes, e o nível de espanhol básico. Não é um pré-requisito, mas pode ser desejável possuir Pós-Doutorado na área de formação acadêmica.

Além disso, é requerido como experiência profissional ter, pelo menos, 10 anos em trabalhos profissionais e/ou acadêmicos relacionados ao desenvolvimento tecnológico, adequação sociotécnica e economia solidária articulada à Tecnologia Social. Também é desejável ter experiência de, pelo menos, 3 anos de trabalho de articulação nacional e internacional em torno do tema Tecnologia Social, na participação em seminários e ações de difusão de conhecimento sobre o tema, e na elaboração e/ou gestão de políticas públicas. 

Portanto, se suas experiências profissionais e/ou acadêmicas se adequam ao requerido, você pode enviar o seu curriculum vitae até o dia 15 de setembro de 2020 para o email prodoc@mctic.gov.br, lembrando de incluir no campo de assunto o número do edital e o nome do perfil.

Você pode acessar o edital diretamente na lista de projetos da UNESCO, o projeto a que se refere esse projeto seletivo é o projeto 914BRZ2023 – Edital 02/2020. Além disso, pode consultar as demais contratações em aberto e conhecer mais sobre o trabalho da UNESCO no Brasil.

Atente-se ao prazo e boa sorte!

Fonte: Portal da UNESCO

Pesquisa sobre Educação Midiática Emergencial em tempos de pandemia

Se você é professor ou professora de instituições públicas ou privadas no Brasil, ou conhece alguém que seja, essa pesquisa é extremamente importante para você!

O Grupo de Pesquisa Laboratório de Investigação em Ciência, Inovação, Tecnologia e Educação (CiteLab/Leeta), da Universidade Federal Fluminense (UFF), está realizando uma pesquisa sobre Educação Midiática Emergencial em tempos de pandemia e pós-pandemia com o objetivo de entender melhor o cotidiano dos professores no nosso país. 

A partir dos resultados obtidos com a pesquisa, pode ser possível avançar em tomadas de decisão futura sobre políticas públicas voltadas para o uso de materiais midiáticos nas escolas. Em 15 minutos você pode ajudar no avanço da educação do Brasil, através das respostas ao formulário. Nenhum dado pessoal será divulgado, servindo apenas para identificação demográfica. 

Para ter acesso ao questionário e responder às perguntas, basta clicar aqui. Em caso de dúvidas, basta entrar em contato com o CiteLab/Leeta através do email (citelab.uff@gmail.com). Aproveite, e conheça também o trabalho desempenhado pelo grupo, disponível em seu site oficial (http://citelab.sites.uff.br/).

Fonte: Divulgação interna

O mundo a partir do coronavírus: Desafios da Educação Básica

A Academia Brasileira de Ciências (ABC) tem realizado desde o início da pandemia a série de webinários “Conhecer para Entender: O mundo a partir do coronavírus”. Sempre voltado à temática da ciência, na edição passada, foram debatidos os desafios da educação básica brasileira, tema importante para a sociedade.

A área da educação já possui problemas conhecidos em relação ao aprendizado escolar e à desigualdade educacional, que ficaram agravados devido à pandemia, que acentuou ainda mais o abismo entre a educação pública e privada no país. A qualidade ainda é prejudicada, especialmente com a falta de recursos. Pensando nessas problemáticas, o webinário incentivou que palestrantes e a sociedade pudessem pensar e discutir sobre as maneiras de enfrentar os desafios da busca por uma educação de qualidade para todos.

A edição contou com Priscila Cruz, Mozart Ramos e Daniel Cara. A primeira, Priscila Cruz, é mestre em Administração, presidente-executiva e cofundadora do movimento Todos Pela Educação, membro do Grupo de Estudos de Educação do Instituto de Estudos Avançados da Unicamp, além de integrar diversos conselhos de instituições privadas. Mozart Ramos é doutor em química, membro do Conselho Nacional de Educação (CNE), professor do Instituto de Estudos Avançados da USP e professor emérito e ex-reitor da UFPE, foi também presidente-executivo do movimento Todos Pela Educação e diretor do Instituto Ayrton Senna. Daniel Cara é doutor em Educação, professor na USP, dirigente da Campanha Nacional pelo Direito à Educação, desde 2006.

O webinário segue sendo moderado pelo presidente da ABC, Luiz Davidovich, e contou com participação especial do acadêmico e coordenador da Rede Ciência para Educação (CpE), Roberto Lent, na condução dos palestrantes para o desenvolvimento do tema.

Você pode assistir a essa edição e a todas as outras que aconteceram, através do  site da ABC. É possível também realizar as inscrições de forma gratuita clicando aqui ou diretamente pelo Facebook da Academia Brasileira de Ciências. A cada semana, um tema de relevância para a ciência é debatido.

Enquanto docentes, discentes e colaboradores de uma universidade pública, entendemos a relevância de se trazer um tema desse para o conhecimento, de forma que possamos pensar sobre os desafios da educação começando por sua base, para que a qualidade seja escalável até chegar às universidades do Brasil.

Assista à transmissão e aproveite para se inscrever no próximo webinário! 

Fonte: Portal da ABC

“Paleoparasitologia na educação básica”

A paleoparasitologia é a ciência que estuda os microorganismos advindos da recuperação de fósseis, como múmias, ossos e dentes. É uma forma de contar a história dos nossos ancestrais e a nossa própria história evolutiva de vida na Terra, a partir da microbiologia. Parece ser uma tema difícil, com palavras compridas e complicadas, mas é de suma importância despertar esse interesse nas crianças, para que o Brasil continue a formar profissionais que nos contem a nossa própria história.

Com isso em mente, a professora Daniela Leles e a doutoranda Fernanda Guimarães, por meio do Programa de Pós-Graduação em Microbiologia e Parasitologia Aplicadas (PPGMPA), lançam em 2020 a publicação “Paleoparasitologia na educação básica”, voltada para o público infantil, com o intuito de estimular a curiosidade pela ciência.

A ideia para o livro surge em 2017, a partir dos trabalhos realizados no projeto de extensão “Paleoparasitologia para todos”, com histórias ilustradas, atividades para a educação infantil e oficinas para ensino fundamental e médio, realizadas nas escolas de Niterói.

A proposta do livro é levar à Educação Básica os produtos e resultados das instituições de pesquisa e das universidades do Brasil e do mundo, o destrinchamento de um tema pouco estudado no nosso país, e a ideia de despertar potenciais de vocação, desde a educação infantil, através da própria história sobre o tema da Paleoparasitologia, as formas de estudo, as descobertas feitas sobre a história da humanidade, a importância da área e, por fim, a sugestão de atividades em cada capítulo, que possam ser desenvolvidas com diferentes faixas de idade. 

O livro pode ser lido na íntegra e de forma gratuita clicando aqui. Você pode também ter acesso ao trabalho que o grupo desempenha através dos canais: Blog, Youtube e Instagram. Além disso, divulgue o livro e ajude a Paleoparasitologia na conquista por novos cientistas e na continuidade da pesquisa acadêmica de qualidade.

Fonte: Portal da UFF

O mundo a partir do coronavírus: Medicina de precisão no Brasil

A Academia Brasileira de Ciências (ABC) realiza no dia 25 de agosto, terça-feira, às 16 horas, a 21ª edição do webinário “Conhecer para Entender: O mundo a partir do coronavírus”, que tem sido realizado e transmitido desde o início da pandemia no Brasil. 

Sempre voltado à temática da ciência, nessa edição será debatida a medicina de precisão. Essa medicina é personalizada e especializada, pois além de trabalhar com dados convencionais dos pacientes, também utiliza os perfis genéticos dos indivíduos. Sendo uma área diferenciada da medicina, ainda há muitos desafios e descobertas a serem feitas para a sua devida implementação no Brasil. 

Pensando nesses questionamentos e em outras curiosidades, a Academia Brasileira de Ciências convida os médicos Sergio Pena, Guilherme Kurtz e Iscia Cendes para o painel. O primeiro, Sergio Pena, é professor titular da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), criador do Laboratório de Genômica Clínica da Faculdade de Medicina, e trabalha com genética humana, especialmente em diversidade genômica e evolução humana. O segundo, Guilherme Kurtz, é pesquisador sênior do Instituto Nacional de Câncer (INCA), coordenador da Rede Nacional de Farmacogenética, sendo pioneiro nos estudos da área na população brasileira. A última, Iscia Cendes, é professora titular da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), chefe do Laboratório de Genética Molecular, na Faculdade de Ciências Médicas, e é pesquisadora do Instituto Brasileiro de Neurociência e Neurotecnologia. 

O webinário será moderado pelo presidente da ABC, Luiz Davidovich, e pelo acadêmico Marcello Barcinski, que conduzirão os palestrantes a desenvolverem seus temas relacionados aos estudos genômicos no Brasil e os desafios e oportunidades da implementação da farmacogenética na prática clínica do país.

As inscrições são gratuitas e podem ser feitas clicando aqui ou diretamente pelo Facebook da Academia Brasileira de Ciências. No site da ABC, é possível conferir todas as informações do webinário, e também assistir às transmissões anteriores, que ficam disponibilizadas.

Fonte: Portal da ABC

Tecnologia Social da Memória: regro de história de comunidades, movimentos sociais e instituições

A Fundação Banco do Brasil foi fundada em 1985. Desde então, seu trabalho se pauta na promoção da cidadania e da inclusão social nas comunidades brasileiras, através de projetos e programas que se ligam às áreas da educação, saúde, geração de renda e replicação de tecnologias sociais.

Em 2004, esforços começaram a ser reunidos para que pudesse ser modelada uma tecnologia social da memória, baseada em técnicas de história oral, valorização da cultura e respeito às histórias e experiências das pessoas, de forma a servir como ferramenta de registro da vida e narrativas pessoais.

Unindo esse trabalho ao projeto do Instituto Museu da Pessoa.Net, foi possível dar um passo à frente no desenvolvimento da tecnologia social, sendo praticada, sistematizada e testada pela equipe da Fundação Banco do Brasil, que, por fim, organizou essa estrutura em formato de guia, de forma a servir como fonte de consulta e implementação, propondo a replicabilidade dessa tecnologia social.

Assim nasce o livro “Tecnologia Social da Memória: registro de história de comunidades, movimentos sociais e instituições”, que busca compilar e entregar a grupos, organizações e comunidades os mecanismos para que se apropriem de suas histórias, protejam e disponibilizem suas memórias.

O livro é um guia importante e mostra os itens, as etapas e as diretrizes essenciais que precisam existir em um projeto de memória. É um importante instrumento para que as comunidades conheçam as suas histórias e passem para as gerações que virão. Para conhecer mais sobre a publicação, basta acessá-la de forma gratuita no acervo do Museu da Pessoa.

Fonte:Acervo do Museu da Pessoa

Global Young Academy: chamada para novos membros

A Global Young Academy (GYA) é uma organização global, fundada em 2010, que valoriza novos pesquisadores no início ou meio da carreira científica. O objetivo é reunir profissionais de excelência e comprometidos com a geração de impacto na sociedade.

A organização está com processo seletivo aberto para novos membros e não possui restrições quanto às áreas do conhecimento, ou seja, são aceitos pesquisadores envolvidos em disciplinas das ciências naturais, físicas, sociais, humanidades e artes. Mas, é importante se atentar para os requisitos imprescindíveis: alto nível de excelência, com comprovação de suas realizações e pretensões; e a necessidade do doutorado ou nível acadêmico equivalente.

Além disso, a GYA valoriza a diversidade e encoraja a inscrição de todos os candidatos qualificados ao cargo. Sendo uma instituição engajada com um grande número de programas no mundo, que apoia jovens na academia, promove a ciência para um público amplo e a participação em debates sobre políticas, além da promoção de colaboração internacional, é necessário que os candidatos se identifiquem com essas atividades.

Para ter acesso completo ao processo seletivo, além de conhecer a instituição e o trabalho feito desde a sua fundação, basta acessar o seu site.

Fonte: Portal da ABC

O mundo a partir do coronavírus: Covid-19 e a inovação de fármacos no Brasil

A Academia Brasileira de Ciências (ABC) realiza no dia 11 de agosto, terça-feira, às 16 horas, a 19ª edição do webinário “Conhecer para Entender: O mundo a partir do coronavírus”, que tem sido realizado e transmitido desde o início da pandemia no Brasil. 

Sempre voltado à temática da ciência, nessa edição será debatida a inovação na indústria farmacêutica do país e nas pesquisas de fármacos. Desde o início da pandemia, se tem discutido muito sobre remédios já existentes e utilizados para outras convalescenças e seus possíveis efeitos e resultados no uso contra o vírus Sars-Cov-2, da Covid-19.

Sendo de extrema importância tanto a discussão do tema, quanto a inovação dessa indústria, que para além de descobrir novos usos para medicamentos existentes e conhecidos, pode combinar novos fatores para o desenvolvimento de fármacos novos, a Academia Brasileira de Ciências traz como mediador, o seu presidente, Luiz Davidovich, e os convidados e debatedores:

1) Glaucius Oliva,  membro titular da ABC, TWAS e ACAL, professor sênior do Instituto de Física de São Carlos da Universidade de São Paulo (USP) e coordenador do Centro de Pesquisa e Inovação em Biodiversidade e Fármacos (CIBFar/Cepid/Fapesp);

2) Eliezer Barreiro, membro titular da ABC, professor titular da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), onde fundou o Laboratório de Avaliação e Síntese de Substâncias Bioativas (LASSBio) no Instituto de Ciências Biomédicas (ICB-UFRJ), e coordenador do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia em Fármacos e Medicamentos (INCT-Inofar); e

3) Jaime Rabi, presidente e diretor da empresa Microbiológica desde 1994, foi professor e pesquisador do Núcleo de Pesquisas de Produtos Naturais (NPPN, hoje IPPN) da UFRJ por 20 anos, e contribuiu com as bases do Programa Nacional de DST e Aids, liderando o desenvolvimento de antirretrovirais contra o HIV.

As inscrições são gratuitas e devem ser feitas através do site da ABC, na aba de transmissões (http://www.abc.org.br/transmissao). Na aba do evento, é possível conferir todas as informações do webinário, sendo também disponibilizada a gravação dos eventos passados, para aqueles que não puderam assistir. Se inscreva e participe!

Fonte:Portal da ABC

Podcast: Amazônia Além da Floresta

A revista Darcy, periódico científico da Universidade de Brasília (UnB), é uma revista que trata sobre jornalismo científico e cultural na UnB. Possui diversas abas de assuntos de interesse, além de coberturas jornalísticas de trabalhos de extensão desempenhados pela universidade.

Um de seus produtos é o podcast “Amazônia Além da Floresta”, resultado de projeto de extensão recorrente, desenvolvido pela UnB, intitulado “Vivência Amazônica”. O projeto propicia o encontro entre alunos universitários e os povos da floresta, já funcionando em sua quarta edição.

A partir das vivências experienciadas por esses alunos, surge a ideia do podcast. Dividido em quatro episódios, é possível imergir nas histórias de lutas e conquistas das comunidades da Amazônia, além de compreender um pouco os aspectos da floresta.

É possível ter acesso ao podcast através de diversas plataformas de streaming de músicas, que podem ser acessadas pelo site do podcast. Já foram lançados dois episódios, que contam um pouco da trajetória desses estudantes, professores e técnicos da UnB, antes de embarcarem para o projeto de 21 dias na Amazônia, e o início da expedição, na Ilha de Marajó.

Além desses episódios, há publicação de diversas matérias no site da revista, que acompanham também os acontecimentos do projeto de extensão “Vivência Amazônica”. Visite o site e aproveite o conhecimento científico disponibilizado de forma gratuita!

Fonte: Instagram da UnB

Meu Porto Seguro: responsabilidade social em meio à pandemia

A Porto Seguro, empresa nacional de seguros, que conta com milhares de funcionários ao redor do país, lançou durante a pandemia do novo coronavírus o seu braço social: Meu Porto Seguro. O projeto visa levar conhecimento e oportunidades de geração de renda para as pessoas que foram atingidas pela crise financeira, instalada junto à pandemia.

Idealizado por Bruno Garfinkel, presidente do conselho de administração da Porto Seguro, o projeto tem o objetivo de oferecer 10 mil novos postos de trabalho, começando em julho de 2020, com a duração de 3 meses. Porém, mais do que isso, a ideia do projeto é capacitar essas pessoas, com cursos sobre vendas e o mercado de seguros, oferecidos gratuitamente por plataforma própria de educação à distância (EaD).

Para realizar a inscrição, basta acessar o site do Meu Porto Seguro, preencher os dados cadastrais, e aguardar a confirmação por e-mail, que chega em alguns dias, com a aprovação ou recusa, feita após avaliação do perfil do candidato. As oportunidades serão remuneradas mensalmente e, além da capacitação recebida, a pessoa será contratada para divulgar os serviços da empresa.

A preocupação com o bem-estar da população deve vir do governo, mas uma iniciativa como essa pode auxiliar e alavancar a vida de pessoas que perderam seus empregos e remunerações durante a pandemia. Com capacitação e auxílio financeiro mensal, o Meu Porto Seguro pode ser uma boa chance para novas oportunidades no mercado de trabalho.

Fonte:Portal do Meu Porto Seguro

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