“Filmes Pra Cego Ver”: um projeto do Laboratório de Audiodescrição em Obras Cinematográficas

A experiência de tecnologia social “Nada sobre nós, sem nós. Uma proposta de Audiodescrição com consultoria continuada com pessoas cegas”, coordenada pelo aluno Kerllon Lucas, do bacharelado em Cinema e Audiovisual, que tem orientação da Professora Doutora Dagmar de Mello e Silva, lança o projeto “Filmes Pra Cego Ver”.

As reflexões sobre a relação das pessoas cegas e o mercado audiovisual do cinema, tratadas no Laboratório de Audiodescrição em Obras Cinematográficas, foram um pontapé inicial para a experiência de tecnologia social nascida em 2018. Com consultas e entrevistas à pessoas cegas, compreendeu-se a necessidade de uma reformulação na audiodescrição, levando em consideração a vivência do público-alvo à experiência do cinema.

Em 2020, o laboratório foi contemplado com o edital “Cultura Presente nas Redes”, promovido pela Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado do Rio de Janeiro, reformulando o projeto “Filmes Pra Cego Ver”, que agora passa a ser totalmente digital. Os filmes, contemplados no edital interno do Laboratório, que seleciona as produções dos alunos de Cinema e Audiovisual, são exibidos no canal oficial no Youtube.

A programação conta com 5 exibições, que posteriormente ficam salvas no canal do laboratório. Todas elas passam pelo processo de audiodescrição do Laboratório e ficam disponíveis para a população. O projeto iniciou no dia 20 de agosto e está com previsão para a sua quarta exibição no dia 10 de setembro, do filme “A gente finge que não dói mais” (2018).

Para ter acesso ao trabalho desempenhado pelo laboratório, além de conhecer toda a programação cultural disponível, basta acessar a sua página no Facebook e acompanhar os lançamentos no Youtube.

Fonte: Portal da UFF

Construindo redes solidárias de combate às desigualdades raciais e ao racismo

O racismo e as desigualdades raciais são temas, infelizmente, ainda recorrentes na sociedade. Com isso, é preciso estabelecer mecanismos de controle, intervenção e apoio à população negra. Pensando nisso, em 2016 é instituído o Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas, da Cidade Universitária de Macaé, o NEABI. É a partir das atividades desse núcleo que surge a experiência de tecnologia social “Construindo redes solidárias de combate às desigualdades raciais e ao racismo”.

Sob a coordenação geral da professora Rute Ramos da Silva Costa, do Departamento de Nutrição de Macaé, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e do professor Jorge Luís Rodrigues dos Santos, da Secretaria de Estado de Educação do Rio de Janeiro (SEEDUC/RJ), com participação da UFF através de Daniel Arruda Nascimento, do Departamento de Direito de Macaé, nasce a experiência, a partir da articulação de ensino, pesquisa, ações de extensão e atividades extras realizadas nas áreas de diversidade étnico-racial, valorização de memória cultural e promoção da igualdade racial.

A ideia surge a partir da necessidade de articulação de um grupo interdisciplinar e intersetorial de professores, estudantes e sociedade, em busca do desenvolvimento de massa crítica para criar e sustentar uma rede de combate às desigualdades raciais e ao racismo, valorizando o protagonismo dos atores negros locais e suas diversas atuações, buscando fortalecer uma ponte de solidária e de suporte para a valorização da cultura afro-brasileira.

Em suas atividades, estão a realização de ações culturais em espaços públicos, incluindo rodas de capoeira, jongo, exposição de fotos e rodas de conversa; a exibição de documentários e promoção de debates e atividades teatrais em escolas da rede pública local; incentivo na Câmara de Vereadores de Macaé para a criação da comissão da verdade sobre a escravidão de Macaé; e a realização de cursos abordando a temática, com a participação de lideranças negras de diversas instituições e associações.

Esse grande conjunto de atividades busca a construção de uma rede a longo prazo, para criar futuros melhores para as gerações que vivem agora e para as outras que virão, em busca da emancipação da população negra da região. A realização das ações, das conversas e trocas de vivências entre os atores pode servir como aproximação de experiências e maior união para a luta contra as desigualdades e o racismo através da conscientização da sociedade, até que leve a uma transformação social.

A experiência de tecnologia social “Construindo redes solidárias de combate às desigualdades raciais e ao racismo” faz parte do Catálogo de Tecnologias Sociais de 2019, que você pode ler na íntegra aqui. E para conhecer mais sobre o trabalho que temos desenvolvido na Coordenação de Inovação e Tecnologias Sociais, acesse aqui.

Produção de material de divulgação científica inovador – Experiência do Ciências Sob Tendas

O projeto “Ciência Sob Tendas” é uma experiência de tecnologia social desenvolvida desde 2013, que atua trazendo atividades interdisciplinares inovadoras com foco no público infanto-juvenil, sob o objetivo de promover a ciência de forma interativa, lúdica e inovadora para a sociedade. O projeto agrega diferentes disciplinas ao tema central das Ciências Naturais, de forma a promover o ensino de Biologia, Química e Física, junto aos aspectos sociais da inclusão e das artes. 

Com a coordenação da Professora Doutora Lucianne Fragel Madeira, do Departamento de Neurobiologia, no Instituto de Biologia do campus da UFF de Niterói, a experiência do Ciência Sob Tendas conta com equipes de professores, mediadores sêniores e mediadores “por um dia”. Estes últimos, auxiliam nas oficinas e atividades realizadas em mostras e eventos, e podem ser alunos de qualquer graduação, sendo mais uma forma de aumentar a troca de diferentes experiências.

A experiência possui mais de 20 atividades em seu acervo, que são separadas na áreas de Natureza (meio ambiente, poluição, reciclagem, gravidade, eletricidade, etc.), Tecnologia (realidade aumentada, realidade virtual, concentração, impressão 3D, etc.), Saúde (anatomia, microscopia, alimentação, e outras) e Humanidades (libras, braile, teatro de fantoches, entre outras).

A partir do slogan “Não fazemos nada sozinhos”, a experiência demonstra a importância das parcerias para que o projeto aconteça, que vêm de diversas instituições de ensino públicas, como UFRJ, UFF, IFRJ, bem como de seus museus. A ideia é reduzir o problema da educação científica, através de atividades que instiguem a curiosidade das crianças e adolescentes, promovendo a popularização da ciência e a construção de uma sociedade reflexiva e consciente.A experiência de tecnologia social “Produção de material de divulgação científica inovador – Experiência do Ciências Sob Tendas” faz parte do Catálogo de Tecnologias Sociais de 2019, que você pode ler na íntegra aqui. E para conhecer mais sobre o trabalho que temos desenvolvido na Coordenação de Inovação e Tecnologias Sociais, acesse aqui.

Estudantes produzem nova série de podcast sobre o mundo da antropologia em sala de aula

Na primeira temporada, o podcast Mundaréu contou as trajetórias de pesquisas de sua equipe. Divididos em oito episódios, os pesquisadores falaram sobre as dificuldades de fazer pesquisa de campo, os cuidados éticos e estratégias de metodologia necessárias, falando sobre temas relacionados à saúde, sexualidade, gênero, espiritualidade, vida no campo, comunidades indígenas, violência em comunidades, além de muitos outros.

Fruto de parceria entre o Laboratório de Estudos Avançados de Jornalismo (LABJOR), da Unicamp, e o Departamento de Antropologia, da Universidade de Brasília (UnB), em sua nova série, “Mundo na sala de aula”, o podcast Mundaréu trata sobre os dilemas e as descobertas vividas por estudantes da equipe durante a graduação de Antropologia e Sociologia, trazendo experiências de sala de aula, trabalho de campo e iniciação científica.

A série conta com episódios semanais de 20 minutos, nos quais os alunos falam sobre suas pesquisas, as dificuldades para chegarem ao recorte do tema e à escolha do orientador, cuidados éticos, amizades feitas no percurso, dificuldades na escrita e na publicação de artigos, além dos projetos de iniciação científica, desenvolvimento e extensão universitária.

O primeiro episódio está no ar, com o título “A minha casa é muito engraçada, tem antropólogos e é ocupada”. Nesse episódio, o estudante de antropologia Hugo Virgílio, que também é Pesquisador Assistente da Coordenação de Inovação e Tecnologia Social, traz relatos sobre sua experiência como estudante e pesquisador, além da sua entrada na graduação em Antropologia.

O episódio completo está disponível e já pode ser acompanhado através do site próprio do podcast Mundaréu, e também nas plataformas Spotify, Google Podcasts e Apple Podcasts. É uma oportunidade imperdível para estudantes de graduação que desejam conhecer o mundo da Antropologia!

Fonte: Mundaréu

Da Terra a Tela: Ferramenta Tecnológica para a identificação segura de plantas alimentícias

Plantas nativas exóticas não são corriqueiras no dia a dia da população e também podem ser de difícil identificação. Essas plantas são chamadas de “Plantas Alimentícias Não Convencionais (PANC)”. Pensando nessa dificuldade em identificação, aliada ao alto potencial de utilização desses vegetais na alimentação, surge a experiência de tecnologia social “Da Terra a Tela: Ferramenta Tecnológica para a identificação segura de plantas alimentícias”.

Coordenada pela professora doutora Odara Horta Boscolo, do Departamento de Biologia Geral, no Instituto de Biologia da UFF, no campus de Niterói, o projeto consiste na elaboração de um aplicativo de celular, com a proposta de possibilitar a identificação das PANCs presentes no estado do Rio de Janeiro, de forma a divulgar informações importantes, como fotos, locais mais comuns de se encontrar, nutrientes, e até mesmo os possíveis modos de preparo.

Por se tratarem de plantas não convencionais, muitas pessoas não conseguem identificar se são produtos comestíveis ou tóxicos. Com o advento do aplicativo, utilizando filtros de pesquisa específicos, será possível entender, de forma segura, a composição desses vegetais, o que pode ser útil para o incremento nutricional da dieta da população.

O projeto está em sua fase piloto, reunindo informações e catalogando em banco de dados essas plantas, para que posteriormente, através da plataforma específica, sejam disponibilizadas todas as informações de forma intuitiva e facilitada à sociedade, unindo a preocupação com o meio ambiente, a democratização da informação e o incentivo à autonomia alimentar.A experiência de tecnologia social “Da Terra a Tela: Ferramenta Tecnológica para a identificação segura de plantas alimentícias” faz parte do Catálogo de Tecnologias Sociais de 2019, que você pode ler na íntegra aqui. E para conhecer mais sobre o trabalho que temos desenvolvido na Coordenação de Inovação e Tecnologias Sociais, acesse aqui.

Tecnologias Sociais no MACquinho: Design Participativo

O MACquinho é uma extensão do Museu de Arte Contemporânea (MAC) de Niterói, que funciona como uma plataforma urbana digital, com atividades culturais e educativas para a comunidade do Morro do Palácio e arredores. Um dos projetos existentes é a experiência de tecnologia social “Design Participativo”, que visa o trabalho conjunto dos estudantes e professores da UFF com a comunidade.

Coordenada pelo professor doutor João Lutz, do Departamento de Desenho Técnico, na Escola de Engenharia da UFF, campus de Niterói, o projeto mobiliza os moradores da comunidade do entorno, envolvendo arte, design, cultura e sustentabilidade, a partir do projeto de Iniciação Científica (PIBIC 2017/2018) “Co-design de Sistema de Produtos e Serviços para a Gestão Participativa da Horta Comunitária do MACquinho”.

A ideia é a realização de oficinas de papel artesanal e outros produtos de fabricação artesanal, integrando a cultura local e popular à tradição moderna do design. O intuito é instruir às pessoas a criarem materiais a partir desses papeis artesanais, que possam servir como uma atividade econômica para a comunidade, se transformando em uma fonte de renda.

A união dos estudantes da UFF e os moradores do Morro do Palácio também pode ser vista como um dos fatores de importância dessa experiência, demonstrando a função social da universidade com a sociedade, de ser um serviço que ultrapasse os seus muros, ensinando um conhecimento técnico-científico e também aprendendo sobre uma realidade local, possibilitando a transformação social de uma comunidade.

A experiência de tecnologia social “Tecnologias Sociais no MACquinho: Design Participativo” faz parte do Catálogo de Tecnologias Sociais de 2019, que você pode ler na íntegra aqui. E para conhecer mais sobre o trabalho que temos desenvolvido na Coordenação de Inovação e Tecnologias Sociais, acesse aqui.

Grupo de Pesquisa da UFF realiza estudo sobre operações policiais em favelas do Rio de Janeiro

O Grupo de Estudos dos Novos Ilegalismos (GENI), da Universidade Federal Fluminense (UFF), em parceria com a plataforma Fogo Cruzado, publica relatório de sistematização e análise de dados, referentes à histórico de ocorrências policiais e operações em favelas do Rio de Janeiro.

Tendo em vista a proibição da realização de operações em favelas durante o período de pandemia, que começou em 05 de julho de 2020, através de decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), as duas instituições uniram seus esforços para analisar dados relacionadas à Segurança Pública do Estado, num apanhado histórico de 2007 a 2020.

Foram levantadas as ocorrências policiais registradas no Instituto de Segurança Pública (ISP-RJ), dados levantados e produzidos pelo próprio GENI e dados sobre tiroteios coletados pelo datalab Fogo Cruzado – RJ. Com esse levantamento, foi possível observar períodos similares, ou seja, número de ocorrências policiais produzidos no mesmo período em anos diferentes, além da observação de 31 dias, a partir da data que a proibição da realização de operações em favelas entrou em vigor, por meio da ADPF 635 (Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental).

O objetivo das instituições eram observar os resultados produzidos pela não-realização de operações policiais, relacionado ao aumento ou declínio da criminalidade e também aumento ou declínio de taxas de homicídio.

Para ter acesso aos resultados completos, além das análises realizadas pelos pesquisadores, basta clicar aqui.

Fonte:Instagram da UFF

Sustentação da radiodifusão comunitária através do uso integrado de mídias na publicidade pública

Tendo em vista as limitações impostas pela Lei nº 9.612/1998 (Lei de Radiodifusão Comunitária), que proíbe a veiculação promocional nas rádios comunitárias com outorga, a experiência de tecnologia social “Sustentação da radiodifusão comunitária através do uso integrado de mídias na publicidade pública” surge com a proposição de uma metodologia de diversificação de conteúdo publicitário.

Sob a coordenação do professor doutor Adilson Vaz Cabral Filho, do Departamento de Comunicação (GCO), no Instituto de Artes e Comunicação (IACS), da UFF de Niterói, o projeto visa o incentivo e a criação de novas formas de sustentação financeira para rádios e televisões comunitárias, pois como versa a lei, essas organizações são proibidas de veicular propagandas comerciais, devido à sua tributação diferenciada e à sua razão de existir, que se volta ao desenvolvimento local da comunidade.

Com a metodologia, é proposto o deslocamento do conteúdo publicitário para a internet, além de oferecer formas de criação de mídias no exterior, como em ruas e pontos de venda, através de patrocínios que venham do comércio local e de empresas com atuação na localidade das rádios comunitárias.

O projeto se iniciou na Rádio Bicuda FM, criada em 1996, com o objetivo de dar visibilidade à causas ambientalistas da Serra da Misericórdia, localizada em Vila Kosmos, bairro da zona norte do Rio de Janeiro. Tendo suas atividades brevemente pausadas em 2017, retornou em 2018 com o objetivo de continuar promovendo a educação ambiental, a democratização da comunicação e das expressões culturais da zona norte. 

Em 2019, com a reinauguração da rádio Ocupassom, a experiência de tecnologia social produziu um material audiovisual multiplataforma, o NossaMídia, como um programa de fomento às emissoras comunitárias, com depoimentos, áudios e vídeos da programação das emissoras e contextualização dos locais de atuação.

Sendo as rádios comunitárias instrumentos para o desenvolvimento local e de incentivo ao comércio da comunidade, aos aparelhos culturais e à democratização da comunicação, a experiência, através da aplicação da metodologia, pode servir como instrumento de incentivo à outras rádios, podendo ser reaplicada em diferentes contextos.

A experiência de tecnologia social “Sustentação da radiodifusão comunitária através do uso integrado de mídias na publicidade pública” faz parte do Catálogo de Tecnologias Sociais de 2019, que você pode ler na íntegra aqui. E para conhecer mais sobre o trabalho que temos desenvolvido na Coordenação de Inovação e Tecnologias Sociais, acesse aqui.

Educação e meio ambiente: rede de prevenção à desastres ambientais

Interdisciplinar, interinstitucional e multisetorial. São essas as três características fundamentais da “Rede de Educação para Redução de Desastres”, a RED. O seu objetivo é criar, executar e aprimorar projetos educacionais que trabalhem para a prevenção de desastres e para a instalação de uma cultura de prevenção em Angra dos Reis.

A experiência de tecnologia social é coordenada pelo professor doutor Anderson Mululo Sato, do Departamento de Geografia e Políticas Públicas, situado no Instituto de Educação de Angra dos Reis (IEAR), campus da UFF de Angra dos Reis. Através da sua iniciativa, a experiência se articula com instituições públicas e privadas do município, além da comunidade local, tendo em vista os desafios vividos por Angra dos Reis, que possui histórico de desastres socioambientais, como deslizamentos e inundações.

Em seu escopo de trabalho, já foram realizados cursos, feiras e eventos, além da formação de núcleos comunitários de proteção e defesa civil, em conjunto também com as escolas e universidades do local, o que eleva ao número de mais de 600 educadores alcançados e 200 alunos de escolas do ensino fundamental e médio.

A experiência une a educação à sustentabilidade e para além de uma rede de educação local, desde 2015 a RED une profissionais inter e multidisciplinares, como geógrafos, agentes comunitários de saúde, biólogos, engenheiros e agentes da defesa civil, por exemplo. 

A rede leva em consideração as demandas locais, o histórico e as ações já realizadas, sendo um programa de educação inovador, quando se fala em educação para redução e prevenção de desastres, levando o debate e o estímulo ao pensamento crítico-reflexivo da população local. A ideia é que o modelo possa ser reaplicado em outros municípios, sendo adaptado para as realidades de cada local. Para conhecer todas as iniciativas do projeto, é possível acessar diretamente o portal próprio da rede (http://www.red.eco.br/).

A experiência de tecnologia social “Rede de Educação para Redução de Desastres (RED)” faz parte do Catálogo de Tecnologias Sociais de 2019, que você pode ler na íntegra aqui. E para conhecer mais sobre o trabalho que temos desenvolvido na Coordenação de Inovação e Tecnologias Sociais, acesse aqui.

RELeituras: clube de leitura da UnB

O Centro Acadêmico de Relações Internacionais (CAREL) da Universidade de Brasília (UnB) criou o clube de leitura RELeituras. De forma remota, o grupo se reúne quinzenalmente, às sextas-feiras, através do Google Meet, e discute sobre um livro diferente, na temática das Relações Internacionais.

Para participar, é preciso entrar em contato com o CAREL através do Facebook, Twitter ou Instagram, sinalizando o interesse no clube para que receba um convite para fazer parte de um grupo no WhatsApp, onde são informados os próximos passos e próximas leituras a serem feitas.

Os encontros totalizam quatro até o momento, e já foram discutidos temas relacionados ao direito urbanístico, no qual o debate se pautou no livro “O Direito Achado na Rua: Introdução Crítica ao Direito Urbanístico”; sobre a questão indígena no México, com o uso do livro “México Profundo: uma civilização negada”; sobre a educação no Brasil, com o livro “Anísio Teixeira e seu legado à educação do Distrito Federal – História e Memória”; e direitos humanos, com o artigo “O caso do homem errado: desamparo e genocídio da população negra”.

Os temas são diversificados e visam a abordagem geral de temáticas relacionadas às Relações Internacionais, em consonância com acontecimentos atuais, estabelecendo a importância dessas iniciativas, para que mais pessoas tenham acesso a essas publicações e possam desenvolver seus pensamentos críticos e reflexivos.

Mesmo que não possa participar do clube de leitura, vale a visita também ao Instagram do CAREL, pois há muita produção e divulgação de conteúdo acadêmico, valioso para a promoção da ciência nos tempos atuais.

Fonte:Instagram da Editora da UnB

Copyright 2020 - STI - Todos os direitos reservados

Translate »