Na primeira temporada, o podcast Mundaréu contou as trajetórias de pesquisas de sua equipe. Divididos em oito episódios, os pesquisadores falaram sobre as dificuldades de fazer pesquisa de campo, os cuidados éticos e estratégias de metodologia necessárias, falando sobre temas relacionados à saúde, sexualidade, gênero, espiritualidade, vida no campo, comunidades indígenas, violência em comunidades, além de muitos outros.
Fruto de parceria entre o Laboratório de Estudos Avançados de Jornalismo (LABJOR), da Unicamp, e o Departamento de Antropologia, da Universidade de Brasília (UnB), em sua nova série, “Mundo na sala de aula”, o podcast Mundaréu trata sobre os dilemas e as descobertas vividas por estudantes da equipe durante a graduação de Antropologia e Sociologia, trazendo experiências de sala de aula, trabalho de campo e iniciação científica.
A série conta com episódios semanais de 20 minutos, nos quais os alunos falam sobre suas pesquisas, as dificuldades para chegarem ao recorte do tema e à escolha do orientador, cuidados éticos, amizades feitas no percurso, dificuldades na escrita e na publicação de artigos, além dos projetos de iniciação científica, desenvolvimento e extensão universitária.
O primeiro episódio está no ar, com o título “A minha casa é muito engraçada, tem antropólogos e é ocupada”. Nesse episódio, o estudante de antropologia Hugo Virgílio, que também é Pesquisador Assistente da Coordenação de Inovação e Tecnologia Social, traz relatos sobre sua experiência como estudante e pesquisador, além da sua entrada na graduação em Antropologia.
O episódio completo está disponível e já pode ser acompanhado através do site próprio do podcast Mundaréu, e também nas plataformas Spotify, Google Podcasts e Apple Podcasts. É uma oportunidade imperdível para estudantes de graduação que desejam conhecer o mundo da Antropologia!
Fonte: Mundaréu
Plantas nativas exóticas não são corriqueiras no dia a dia da população e também podem ser de difícil identificação. Essas plantas são chamadas de “Plantas Alimentícias Não Convencionais (PANC)”. Pensando nessa dificuldade em identificação, aliada ao alto potencial de utilização desses vegetais na alimentação, surge a experiência de tecnologia social “Da Terra a Tela: Ferramenta Tecnológica para a identificação segura de plantas alimentícias”.
Coordenada pela professora doutora Odara Horta Boscolo, do Departamento de Biologia Geral, no Instituto de Biologia da UFF, no campus de Niterói, o projeto consiste na elaboração de um aplicativo de celular, com a proposta de possibilitar a identificação das PANCs presentes no estado do Rio de Janeiro, de forma a divulgar informações importantes, como fotos, locais mais comuns de se encontrar, nutrientes, e até mesmo os possíveis modos de preparo.
Por se tratarem de plantas não convencionais, muitas pessoas não conseguem identificar se são produtos comestíveis ou tóxicos. Com o advento do aplicativo, utilizando filtros de pesquisa específicos, será possível entender, de forma segura, a composição desses vegetais, o que pode ser útil para o incremento nutricional da dieta da população.
O projeto está em sua fase piloto, reunindo informações e catalogando em banco de dados essas plantas, para que posteriormente, através da plataforma específica, sejam disponibilizadas todas as informações de forma intuitiva e facilitada à sociedade, unindo a preocupação com o meio ambiente, a democratização da informação e o incentivo à autonomia alimentar.A experiência de tecnologia social “Da Terra a Tela: Ferramenta Tecnológica para a identificação segura de plantas alimentícias” faz parte do Catálogo de Tecnologias Sociais de 2019, que você pode ler na íntegra aqui. E para conhecer mais sobre o trabalho que temos desenvolvido na Coordenação de Inovação e Tecnologias Sociais, acesse aqui.
O MACquinho é uma extensão do Museu de Arte Contemporânea (MAC) de Niterói, que funciona como uma plataforma urbana digital, com atividades culturais e educativas para a comunidade do Morro do Palácio e arredores. Um dos projetos existentes é a experiência de tecnologia social “Design Participativo”, que visa o trabalho conjunto dos estudantes e professores da UFF com a comunidade.
Coordenada pelo professor doutor João Lutz, do Departamento de Desenho Técnico, na Escola de Engenharia da UFF, campus de Niterói, o projeto mobiliza os moradores da comunidade do entorno, envolvendo arte, design, cultura e sustentabilidade, a partir do projeto de Iniciação Científica (PIBIC 2017/2018) “Co-design de Sistema de Produtos e Serviços para a Gestão Participativa da Horta Comunitária do MACquinho”.
A ideia é a realização de oficinas de papel artesanal e outros produtos de fabricação artesanal, integrando a cultura local e popular à tradição moderna do design. O intuito é instruir às pessoas a criarem materiais a partir desses papeis artesanais, que possam servir como uma atividade econômica para a comunidade, se transformando em uma fonte de renda.
A união dos estudantes da UFF e os moradores do Morro do Palácio também pode ser vista como um dos fatores de importância dessa experiência, demonstrando a função social da universidade com a sociedade, de ser um serviço que ultrapasse os seus muros, ensinando um conhecimento técnico-científico e também aprendendo sobre uma realidade local, possibilitando a transformação social de uma comunidade.
A experiência de tecnologia social “Tecnologias Sociais no MACquinho: Design Participativo” faz parte do Catálogo de Tecnologias Sociais de 2019, que você pode ler na íntegra aqui. E para conhecer mais sobre o trabalho que temos desenvolvido na Coordenação de Inovação e Tecnologias Sociais, acesse aqui.
O Grupo de Estudos dos Novos Ilegalismos (GENI), da Universidade Federal Fluminense (UFF), em parceria com a plataforma Fogo Cruzado, publica relatório de sistematização e análise de dados, referentes à histórico de ocorrências policiais e operações em favelas do Rio de Janeiro.
Tendo em vista a proibição da realização de operações em favelas durante o período de pandemia, que começou em 05 de julho de 2020, através de decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), as duas instituições uniram seus esforços para analisar dados relacionadas à Segurança Pública do Estado, num apanhado histórico de 2007 a 2020.
Foram levantadas as ocorrências policiais registradas no Instituto de Segurança Pública (ISP-RJ), dados levantados e produzidos pelo próprio GENI e dados sobre tiroteios coletados pelo datalab Fogo Cruzado – RJ. Com esse levantamento, foi possível observar períodos similares, ou seja, número de ocorrências policiais produzidos no mesmo período em anos diferentes, além da observação de 31 dias, a partir da data que a proibição da realização de operações em favelas entrou em vigor, por meio da ADPF 635 (Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental).
O objetivo das instituições eram observar os resultados produzidos pela não-realização de operações policiais, relacionado ao aumento ou declínio da criminalidade e também aumento ou declínio de taxas de homicídio.
Para ter acesso aos resultados completos, além das análises realizadas pelos pesquisadores, basta clicar aqui.
Fonte:Instagram da UFF
Tendo em vista as limitações impostas pela Lei nº 9.612/1998 (Lei de Radiodifusão Comunitária), que proíbe a veiculação promocional nas rádios comunitárias com outorga, a experiência de tecnologia social “Sustentação da radiodifusão comunitária através do uso integrado de mídias na publicidade pública” surge com a proposição de uma metodologia de diversificação de conteúdo publicitário.
Sob a coordenação do professor doutor Adilson Vaz Cabral Filho, do Departamento de Comunicação (GCO), no Instituto de Artes e Comunicação (IACS), da UFF de Niterói, o projeto visa o incentivo e a criação de novas formas de sustentação financeira para rádios e televisões comunitárias, pois como versa a lei, essas organizações são proibidas de veicular propagandas comerciais, devido à sua tributação diferenciada e à sua razão de existir, que se volta ao desenvolvimento local da comunidade.
Com a metodologia, é proposto o deslocamento do conteúdo publicitário para a internet, além de oferecer formas de criação de mídias no exterior, como em ruas e pontos de venda, através de patrocínios que venham do comércio local e de empresas com atuação na localidade das rádios comunitárias.
O projeto se iniciou na Rádio Bicuda FM, criada em 1996, com o objetivo de dar visibilidade à causas ambientalistas da Serra da Misericórdia, localizada em Vila Kosmos, bairro da zona norte do Rio de Janeiro. Tendo suas atividades brevemente pausadas em 2017, retornou em 2018 com o objetivo de continuar promovendo a educação ambiental, a democratização da comunicação e das expressões culturais da zona norte.
Em 2019, com a reinauguração da rádio Ocupassom, a experiência de tecnologia social produziu um material audiovisual multiplataforma, o NossaMídia, como um programa de fomento às emissoras comunitárias, com depoimentos, áudios e vídeos da programação das emissoras e contextualização dos locais de atuação.
Sendo as rádios comunitárias instrumentos para o desenvolvimento local e de incentivo ao comércio da comunidade, aos aparelhos culturais e à democratização da comunicação, a experiência, através da aplicação da metodologia, pode servir como instrumento de incentivo à outras rádios, podendo ser reaplicada em diferentes contextos.
A experiência de tecnologia social “Sustentação da radiodifusão comunitária através do uso integrado de mídias na publicidade pública” faz parte do Catálogo de Tecnologias Sociais de 2019, que você pode ler na íntegra aqui. E para conhecer mais sobre o trabalho que temos desenvolvido na Coordenação de Inovação e Tecnologias Sociais, acesse aqui.
Interdisciplinar, interinstitucional e multisetorial. São essas as três características fundamentais da “Rede de Educação para Redução de Desastres”, a RED. O seu objetivo é criar, executar e aprimorar projetos educacionais que trabalhem para a prevenção de desastres e para a instalação de uma cultura de prevenção em Angra dos Reis.
A experiência de tecnologia social é coordenada pelo professor doutor Anderson Mululo Sato, do Departamento de Geografia e Políticas Públicas, situado no Instituto de Educação de Angra dos Reis (IEAR), campus da UFF de Angra dos Reis. Através da sua iniciativa, a experiência se articula com instituições públicas e privadas do município, além da comunidade local, tendo em vista os desafios vividos por Angra dos Reis, que possui histórico de desastres socioambientais, como deslizamentos e inundações.
Em seu escopo de trabalho, já foram realizados cursos, feiras e eventos, além da formação de núcleos comunitários de proteção e defesa civil, em conjunto também com as escolas e universidades do local, o que eleva ao número de mais de 600 educadores alcançados e 200 alunos de escolas do ensino fundamental e médio.
A experiência une a educação à sustentabilidade e para além de uma rede de educação local, desde 2015 a RED une profissionais inter e multidisciplinares, como geógrafos, agentes comunitários de saúde, biólogos, engenheiros e agentes da defesa civil, por exemplo.
A rede leva em consideração as demandas locais, o histórico e as ações já realizadas, sendo um programa de educação inovador, quando se fala em educação para redução e prevenção de desastres, levando o debate e o estímulo ao pensamento crítico-reflexivo da população local. A ideia é que o modelo possa ser reaplicado em outros municípios, sendo adaptado para as realidades de cada local. Para conhecer todas as iniciativas do projeto, é possível acessar diretamente o portal próprio da rede (http://www.red.eco.br/).
A experiência de tecnologia social “Rede de Educação para Redução de Desastres (RED)” faz parte do Catálogo de Tecnologias Sociais de 2019, que você pode ler na íntegra aqui. E para conhecer mais sobre o trabalho que temos desenvolvido na Coordenação de Inovação e Tecnologias Sociais, acesse aqui.
O Centro Acadêmico de Relações Internacionais (CAREL) da Universidade de Brasília (UnB) criou o clube de leitura RELeituras. De forma remota, o grupo se reúne quinzenalmente, às sextas-feiras, através do Google Meet, e discute sobre um livro diferente, na temática das Relações Internacionais.
Para participar, é preciso entrar em contato com o CAREL através do Facebook, Twitter ou Instagram, sinalizando o interesse no clube para que receba um convite para fazer parte de um grupo no WhatsApp, onde são informados os próximos passos e próximas leituras a serem feitas.
Os encontros totalizam quatro até o momento, e já foram discutidos temas relacionados ao direito urbanístico, no qual o debate se pautou no livro “O Direito Achado na Rua: Introdução Crítica ao Direito Urbanístico”; sobre a questão indígena no México, com o uso do livro “México Profundo: uma civilização negada”; sobre a educação no Brasil, com o livro “Anísio Teixeira e seu legado à educação do Distrito Federal – História e Memória”; e direitos humanos, com o artigo “O caso do homem errado: desamparo e genocídio da população negra”.
Os temas são diversificados e visam a abordagem geral de temáticas relacionadas às Relações Internacionais, em consonância com acontecimentos atuais, estabelecendo a importância dessas iniciativas, para que mais pessoas tenham acesso a essas publicações e possam desenvolver seus pensamentos críticos e reflexivos.
Mesmo que não possa participar do clube de leitura, vale a visita também ao Instagram do CAREL, pois há muita produção e divulgação de conteúdo acadêmico, valioso para a promoção da ciência nos tempos atuais.
Fonte:Instagram da Editora da UnB
O Brasil é o maior produtor de lixo eletrônico na América Latina. Olhando para o mundo, estamos em 7º lugar no ranking, de acordo com os dados do Global E-waste Monitor, estudo realizado periodicamente pela ONU. Pensando nisso e visando a redução do impacto ambiental e a produção de material didático, surge a experiência do TEC Grupo: Utilização de lixo eletrônico para a produção de jogos e materiais didático-pedagógicos.
Coordenada pelo professor Doutor Daniel Costa de Paiva, do Departamento de Ciências Exatas, Biológicas e da Terra (PEB), do Instituto do Noroeste Fluminense de Educação Superior (INFES), campus da UFF no município de Santo Antônio de Pádua, Rio de Janeiro, a experiência conta com a participação de professores, alunos e colaboradores do grupo de pesquisa Tecnologia, Educação e Cognição (TEC) e busca contribuir para a formação de alunos da licenciatura em Computação, incentivando a construção de materiais educativos e pedagógicos a partir de resíduos eletrônicos.
Esses resíduos são disponibilizados por lojas de informática da localidade e recolhidos do depósito da prefeitura municipal. Com essa iniciativa, o lixo eletrônico, que na maior parte dos casos é descartado de forma incorreta, pode encontrar outro destino e função, o que reduz o impacto ambiental e pode melhorar a aprendizagem, através de objetos recriados de uma maneira sustentável.
O grupo incentiva também a replicação em outros contextos, disponibilizando o modo de recriar esses objetivos em seu site, além de todo o trabalho já desenvolvido e as parcerias firmadas. Através dessa visibilidade às atividades desenvolvidas, já foi possível realizar atividades abertas aos público, com mostra dos materiais desenvolvidos e publicação de artigos em periódicos, contribuindo para a formação de cidadãos conscientes da importância social da adoção de medidas sustentáveis.
Unindo a diversão dos jogos ao ensino, é possível promover uma aprendizagem conjunta, tanto dos alunos da UFF, que desenvolvem os jogos, quanto da população, que é beneficiada com um modelo inovador de aprendizagem e com a proteção ao meio ambiente.
A experiência de tecnologia social “Utilização de lixo eletrônico para a produção de jogos e materiais didático-pedagógicos, experiência do TEC Grupo” faz parte do Catálogo de Tecnologias Sociais de 2019, que você pode ler na íntegra aqui. E para conhecer mais sobre o trabalho que temos desenvolvido na Coordenação de Inovação e Tecnologias Sociais, acesse aqui.
Com uma metodologia participativa, de cunho pedagógico, a experiência de tecnologia social intitulada “Metodologia de Construção de Currículos Diferenciados” une o saber local ao saber acadêmico na construção de currículos diferenciados para comunidades tradicionais.
A experiência, coordenada pelo professor Doutor Domingos Barros Nobre, do Departamento de Educação (DED), do Instituto de Educação de Angra dos Reis (IEAR), campus da UFF local, conta com parcerias nas três esferas (municipal, estadual e federal), de forma a promover uma educação diferenciada na formação dos professores de comunidades tradicionais, para que possam conhecer a realidade indígena, caiçara e quilombola, e construir currículos a partir dessas realidades.
Os professores são formados de forma a conhecer de fato as especificidades dos saberes e culturas locais de cada uma dessas comunidades, e no caso de professores indígenas, preparam materiais e dão aulas na língua materna, Guarani, contando com as parcerias institucionais, como o Fórum de Comunidades Tradicionais (FCT), o Observatório de Comunidades Tradicionais Sustentáveis e Saudáveis da Bocaina (OTSS) e o Coletivo de Apoio à Educação Diferenciada de Paraty, por exemplo, que dão as diretrizes para a construção coletiva das matrizes educacionais.
Através dessa metodologia, a ideia é valorizar os saberes tradicionais dessas comunidades, unindo ao saber acadêmico, para que possam ser construídos currículos levando em consideração todas as nuances interculturais, preservando também a memória dessas populações. A formação de professores busca a identificação dos fatores de importância e relevância que precisam constar no currículo, para posteriormente ensinar às comunidades como fazer, para que possam ter autonomia.
A experiência de tecnologia social “Metodologia de Construção de Currículos Diferenciados” faz parte do Catálogo de Tecnologias Sociais de 2019, que você pode ler na íntegra aqui. E para conhecer mais sobre o trabalho que temos desenvolvido na Coordenação de Inovação e Tecnologias Sociais, acesse aqui.
A dica de leitura da semana traz um artigo, no formato de reportagem, escrito por Coryntho Baldez, do setor de Cultura, Comunicação e Divulgação Científica e Cultural, da Faculdade de Educação da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).
Por meio de entrevistas a especialistas da área de educação, análise de dados e reflexão sobre o período de pandemia que é experienciado, o autor levanta as problemáticas de se transformar a educação brasileira em uma educação à distância como regra, tendo em vista o seu uso atual, que até então devia funcionar como exceção.
É inegável os avanços alcançados pela tecnologia e popularização da internet, porém, não é possível mensurar a abrangência dessas inovações a todos os patamares sociais e econômicos da população brasileira, e reside nessa questão um dos impasses à implementação de uma educação à distância, que pode agravar as desigualdades que já existem.
Na sala de aula, há a criação do vínculo aluno-professor, que pode sofrer alterações quando a aula se transforma em uma live ou em um vídeo. Os professores têm se reinventado a partir das demandas que recebem: capacitação para dar aulas online, para configurar aparelhos, entre muitos outros detalhes que precisam ser ajustados.
O ensino à distância não é algo novo, mas a virada de chave para a sua implementação às pressas na maior parte das instituições sim. Essas e outras questões levantadas no artigo são importantes para o debate atual sobre a educação brasileira. Para ter acesso ao artigo completo, basta clicar aqui.
Fonte: Portal da UFRJ